Esperança

Quero colecionar muitos encontros como o que eu tive com o Alexandre. Tatuar “esperança” (no japonês, kibou) foi uma espécie de ritual para ele, para encerrar uma fase árdua que ele atravessou. Escutar sua história e depois marcar sua pele foi algo especial!

Foi assim que eu comecei a me encantar pela tatuagem, quando era criança. A ideia de escrever em nossa pele o que vivemos e sentimos… colocar na superfície as mesmas marcas que temos no coração.

Mais do que visual, tatuagem é assumir para o mundo o que temos por dentro.

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